segunda-feira, 30 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 30 DEJANEIRO

 Santa Jacinta Marescotti, um exemplo de dedicação total a Deus



Virgem e Religiosa

Origens 
Santa Jacinta Marescotti que, então, tinha como nome de batismo Clarice, nasceu no ano de 1585, em Roma. Pertencia a uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas que possuía, principalmente, a devoção e o amor acima de tudo. Seus pais eram o príncipe Marco Antônio Marescotti e Otávia Orsini, os dois faziam de tudo para que os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação.

Educação Religiosa
Ainda menina, foi enviada para um convento para a sua educação, numa escola franciscana. Sua irmã Inocência já era uma religiosa franciscana. Os pais desejavam para Clarice o mesmo caminho que a irmã seguia. No entanto, já moça, ela tinha o desejo de se casar e constituir sua família. Conheceu um jovem marquês por quem se apaixonou, mas coube-lhe o destino dele se casar com Ortênsia, sua irmã mais nova.

Franciscana 
Decepcionada, Clarice decidiu não perdoar o pai por ter entregue à irmã o homem com quem ela queria se casar. Começou, então, a tomar outros caminhos para sua vida, entregando-se cada vez mais ao pecado. Desse modo, seu pai a enviou ao Mosteiro de São Bernardino, em Viterbo, onde ela havia estudado ainda pequena. Clarice não desanimou, recebeu o nome de Jacinta e submeteu-se ao hábito. Professou seu voto de castidade e tornou-se Terciária Franciscana, mas não fez os votos de pobreza, não abriu mão de suas roupas refinadas nem de uma moradia refinada.
Santa Jacinta Marescotti: abandonou os luxos e riquezas 

Reflexão 
Viveu desta maneira por 15 anos, até que, com o assassinato do pai, ela começou a questionar a importância dos títulos, dos bens e do luxo. Em seguida, ela adoeceu seriamente e compreendeu que o Senhor a aguardava. Invocou ao Senhor dizendo: “Ó Deus, eu Vos suplico, dai sentido à minha vida, dai-me esperança, dai-me salvação”. Curando-se da enfermidade, pediu perdão às coirmãs, abriu mão de todo o luxo e dedicou-se a uma total entrega ao Senhor.

Provações e Doação Total
Os próximos 24 anos de sua vida foram de privações e de doação ao próximo, especialmente aos pobres e doentes. Com o auxílio financeiro de velhos amigos, conseguiu dirigir obras que prestavam assistência sociais aos necessitados; fundou asilos e orfanatos. Tudo o que recebia, dedicava aos pobres.

Páscoa
Santa Jacinta Marescotti faleceu em 30 de janeiro de 1640, foi sepultada na igreja do convento onde se converteu, em Viterbo. Foi canonizada em 24 de maio de 1807 pelo Papa Pio VII.

Minha oração

“Por teu exemplo de desapego e pobreza, nos conduza a colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida. Que vivamos buscando o essencial ao invés das riquezas desse mundo. Rogai para os mais favorecidos que tenham a generosidade de partilhar os seus bens e ajudar o próximo que mais sofre. Amém.”

Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós!

DOM JUAREZ - MISSA DE ENVIO

SANTO DO DIA 30 DE JANEIRO

 


Santa Jacinta Marescotti, um exemplo de dedicação total a Deus


Virgem e Religiosa

Origens 
Santa Jacinta Marescotti que, então, tinha como nome de batismo Clarice, nasceu no ano de 1585, em Roma. Pertencia a uma família muito nobre, religiosa, com posses, mas que possuía, principalmente, a devoção e o amor acima de tudo. Seus pais eram o príncipe Marco Antônio Marescotti e Otávia Orsini, os dois faziam de tudo para que os filhos conhecessem Jesus e recebessem uma ótima educação.

Educação Religiosa
Ainda menina, foi enviada para um convento para a sua educação, numa escola franciscana. Sua irmã Inocência já era uma religiosa franciscana. Os pais desejavam para Clarice o mesmo caminho que a irmã seguia. No entanto, já moça, ela tinha o desejo de se casar e constituir sua família. Conheceu um jovem marquês por quem se apaixonou, mas coube-lhe o destino dele se casar com Ortênsia, sua irmã mais nova.

Franciscana 
Decepcionada, Clarice decidiu não perdoar o pai por ter entregue à irmã o homem com quem ela queria se casar. Começou, então, a tomar outros caminhos para sua vida, entregando-se cada vez mais ao pecado. Desse modo, seu pai a enviou ao Mosteiro de São Bernardino, em Viterbo, onde ela havia estudado ainda pequena. Clarice não desanimou, recebeu o nome de Jacinta e submeteu-se ao hábito. Professou seu voto de castidade e tornou-se Terciária Franciscana, mas não fez os votos de pobreza, não abriu mão de suas roupas refinadas nem de uma moradia refinada.
Santa Jacinta Marescotti: abandonou os luxos e riquezas 

Reflexão 
Viveu desta maneira por 15 anos, até que, com o assassinato do pai, ela começou a questionar a importância dos títulos, dos bens e do luxo. Em seguida, ela adoeceu seriamente e compreendeu que o Senhor a aguardava. Invocou ao Senhor dizendo: “Ó Deus, eu Vos suplico, dai sentido à minha vida, dai-me esperança, dai-me salvação”. Curando-se da enfermidade, pediu perdão às coirmãs, abriu mão de todo o luxo e dedicou-se a uma total entrega ao Senhor.

Provações e Doação Total
Os próximos 24 anos de sua vida foram de privações e de doação ao próximo, especialmente aos pobres e doentes. Com o auxílio financeiro de velhos amigos, conseguiu dirigir obras que prestavam assistência sociais aos necessitados; fundou asilos e orfanatos. Tudo o que recebia, dedicava aos pobres.

Páscoa
Santa Jacinta Marescotti faleceu em 30 de janeiro de 1640, foi sepultada na igreja do convento onde se converteu, em Viterbo. Foi canonizada em 24 de maio de 1807 pelo Papa Pio VII.

Minha oração

“Por teu exemplo de desapego e pobreza, nos conduza a colocar Deus em primeiro lugar na nossa vida. Que vivamos buscando o essencial ao invés das riquezas desse mundo. Rogai para os mais favorecidos que tenham a generosidade de partilhar os seus bens e ajudar o próximo que mais sofre. Amém.”
Santa Jacinta Marescotti, rogai por nós!

PASTORAL DO BATISMO - TERÇO DA PEREGRINAÇÃO DE NOSSA SENHORA DAS DORES

 Pastoral do Batismo realiza terço em família com a Imagem de Nossa Senhora das Dores

Pastoral do Batismo

O Terço da peregrinação de Nossa Senhora das Dores aconteceu na residência e responsabilidade do casal Ticiana e George no dia 30/01,ás 19:30hs,  no Bairro de  Fátima.

ABERTURA DOS ENCONTROS VOCACIONAIS - CONVITE


 

domingo, 29 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 29 DE JANEIRO

 


São Constâncio, bispo de Perúgia



Bispo e Mártir

Origens 
São Constâncio é o primeiro bispo de Perúgia. Era um jovem cristão, notável pelo espírito de mortificação e generosidade que tinha para com os pobres e necessitados. Aos 30 anos, foi chamado a governar a Igreja de Perúgia, Itália e cumpriu todas as suas obrigações episcopais como um pastor zeloso para seu povo.

Perseguição de Marco Aurélio
Enfrentou, por muito tempo, a perseguição de Marco Aurélio, imperador romano. Durante as perseguições, foi preso algumas vezes. Foi preso, pela primeira vez, após ter se recusado a adorar os ídolos. Preso em termas aquecidas a temperaturas altíssimas, Constâncio saiu ileso do martírio. Ao ser preso, acabou por converter os guardas, e foi liberto.
São Constâncio: condenado por Marco Aurélio

Páscoa
Sob uma nova acusação, o imperador mandou chamá-lo novamente. Foi condenado a caminhar sobre o carvão em brasa, mas nenhum suplício foi capaz de fazê-lo renegar a sua fé. Miraculosamente, foi liberto, mas, quando preso pela terceira vez, no ano 178, acabou sendo decapitado. A primeira catedral da cidade de Perúgia foi construída no lugar de sua sepultura.

Minha oração

“Por vezes forçado ao martírio, mas milagrosamente foste sinal da força divina. Usado por Deus para promover a fé e testemunhar a ação do Senhor, que nós também possamos nos abrir aos dons de Deus. Amém.”

São Constâncio, rogai por nós!

MISSA DE APRESENTAÇÃO

 


sábado, 28 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 28 DE JANEIRO




São Tomás de Aquino, o Doctor Angelicus



Doutor da Igreja

Origens 
Hoje, lembramos uma das maiores figuras da teologia católica: São Tomás de Aquino. Nasceu em 1225, no castelo de Roccasecca, no sul do Lácio. Pertencia a uma nobre família, a qual lhe proporcionou ótima formação. Conta-se que, quando criança, com cinco anos, ao ouvir os monges cantando louvores a Deus, cheio de admiração perguntou: “Quem é Deus?”.

Frade Dominicano
O desejo de seu pai era que Tomás fosse abade do mosteiro de Montecassino, porém, abrindo mão de qualquer ambição e poder, ele quis se tornar um frade Dominicano, escolhendo ser apenas um mendicante. A vida de santidade de Santo Tomás foi caracterizada pelo esforço em responder, inspiradamente para si, para os gentios e a todos sobre os Mistérios de Deus. 

A Tentativa Frustrada dos Pais
Diante da oposição familiar, principalmente da mãe condessa, São Tomás de Aquino chegou a viajar às escondidas para Roma, com 19 anos, para um mosteiro dominicano. No entanto, ao ser enviado a Paris, foi preso pelos irmãos servidores do Império. Levado ao lar paterno, ficou, ordenado pela mãe, um tempo detido. Tudo isso com a finalidade de fazê-lo desistir da vocação, mas nada adiantou.
São Tomás de Aquino teve um grande mestre: Santo Alberto Magno

Teses Teológicas inspiradas em Aristóteles 
Enviado para Paris para estudar teologia, prosseguiu nos estudos sendo discípulo do mestre Alberto Magno. Estreitou com ele uma grande amizade, onde foi até convidado para ir à Colônia. A vida de Santo Tomás de Aquino foi tomada por uma forte espiritualidade eucarística, na arte de pesquisar, elaborar, aprender e ensinar pela Filosofia e Teologia os Mistérios do Amor de Deus. Na Colônia, Tomás teve contato com as obras de Aristóteles; isso contribuiu para que ele se aprofundasse em sua tese sobre aristotelismo.

Suma Teológica
Pregador oficial, professor e consultor da Ordem, São Tomás de Aquino escreveu, dentre tantas obras, a “Summa theologiae”(Suma Teológica), dividida em cinco partes, onde demonstrava a existência de Deus.

O texto de Corpus Christi
Em 1259, no Capítulo Geral dos Dominicanos em Valenciennes, foi membro de uma comissão que estabeleceu o programa de estudos na Ordem. Entre os anos de 1261 e 1265, esteve em Orvieto, Papa Urbano IV, que nutria por ele grande estima, comissionou-lhe a composição dos textos litúrgicos para a festa de Corpus Christi. Com a alma totalmente eucarística, os hinos entoados na Liturgia para celebrar a presença do Corpo e do Sangue de Cristo na Eucaristia, foram atribuídos à sua fé e sabedoria teológica.
São Tomás de Aquino quase queimou toda a sua obra

Desconsiderou sua Obra
Em dezembro de 1273, Tomás chamou Reinaldo, seu amigo e secretário, para lhe comunicar que não escreveria mais, porque, durante a celebração da Missa, após uma revelação sobrenatural, havia entendido que tudo o que escreveu não passava apenas de um “monte de palha”.

Páscoa
Por fim, Tomás adoeceu. Em 1274, durante uma viagem a Lion, para participar do Concílio a pedido do Papa Gregório X, faleceu na abadia de Fossanova com apenas 49 anos. 

Via de Santificação
São Tomás de Aquino deixou para toda a Igreja o testemunho e, praticamente, a síntese do pensamento católico. Sua canonização aconteceu em 18 de julho de 1323, por Papa João XXII. Em 28 de janeiro de 1567, recebeu de Papa Pio V o título de Doutor da Igreja, e passou a ser chamado de Doutor Angélico (Doctor Angelicus) pelos clérigos.

Minha oração

“Santo Doutor, tu foste um divisor na doutrina católica levando-a para um grau mais elevado de perfeição, suscitai novos intelectuais para o progresso do evangelho, novos teólogos, filósofos, cientistas e estudiosos que desejam se dedicar aos mistérios divinos. Amém ”
São Tomás de Aquino, rogai por nós!

Ruffini: o caminho do coração e da verdade para comunicar a paz - Cidade do Vaticano

 

Ruffini: o caminho do coração e da verdade para comunicar a paz


Ser comunicadores que sentem no coração a própria pequenez, percebem a distância entre a tarefa de buscar e dizer a verdade e a capacidade de cumpri-la, com o risco de errar. Este é o desafio enfrentado pelos jornalistas, segundo o prefeito do Dicastério para a Comunicação, Paolo Ruffini, ao se pronunciar em Lourdes na 26ª edição das Jornadas de São Francisco de Sales, em andamento até 27 de janeiro.


Paolo Ondarza – Cidade do Vaticano




Responder ao desafio de testemunhar a verdade, com a consciência de ter algo de diferente do ruído do mundo, “um ruído que criou tantos surdos”. Este é o desafio dos comunicadores católicos, segundo Paolo Ruffini, ao se pronunciar em Lordes na quarta-feira, 25, durante as Jornadas de São Francisco de Sales.


Diante de cerca de 250 jornalistas e comunicadores católicos de todo o mundo, o prefeito do Dicastério para a Comunicação indicou na mensagem do Papa para o Dia das Comunicações Sociais a chave para fazer a diferença no "desafinado barulho do mundo". O Pontífice, recordou Ruffini, «convida-nos a fazer-nos ouvir procurando outro caminho, o do coração». "Poderia parecer um caminho que não diz respeito aos profissionais... não fosse precisamente o padroeiro dos jornalistas, São Francisco de Sales a recomendar que basta amar bem para dizer bem".
Empatia e sintonia de coração 




Daí a exortação do chefe do dicastério vaticano a serem empáticos, a se colocarem em sintonia de corações, deixando de lado assim “a falsa verdade segundo a qual um bom jornalista para fazer bem o seu trabalho não deveria olhar na cara de ninguém”.


A humildade é a pedra angular da profissão de comunicador. “O caminho do coração – continuou Paolo Ruffini, sempre citando Francisco – nos ajuda a enfrentar um dos principais desafios para um jornalista: a liberdade autêntica. Um desafio mais difícil do que nunca quando o contexto mediático está poluído pela exasperação verbal de conflitos, alinhamentos, sensações e sentimentos".
Contracorrente 




Como sugere o Papa, segundo o prefeito, somos chamados a ir contracorrente com coragem: "olhar para dentro de nosso coração", "voltar à raiz da vocação do jornalista e comunicador", "buscar a verdade com a sabedoria de coração puro, sem preconceitos”, “contando com a própria consciência, sabendo discernir a verdade além das aparências nas confusões, contradições, mexericos. E partilhá-lo, e fazê-lo crescer, no diálogo, nas relações”.
Um jornalismo de paz 




“Em um tempo dominado por corações duros – continuou – deveríamos ser reconhecidos pela pureza de nosso coração, apreciados como aqueles que, na confusa Babel desta mudança de época, sabem encontrar a verdade com um coração puro”. “Em um tempo dominado pela guerra - ressalta Ruffini - é necessário um jornalismo de paz, uma pedagogia de paz”: “devemos compreender como também nós somos chamados a construir a paz sem trair nem a justiça nem a verdade, nem o amor”.


A tarefa dos jornalistas católicos é, segundo Paolo Ruffini, "reportar os apelos de paz do Papa não como uma rotina cansada, mas com um coração puro que percebe o drama do momento, com um coração que bate junto com o de milhões de pessoas que sofrem pela guerra, pelas guerras, pela guerra mundial não mais em pedaços”.


As Jornadas de São Francisco de Sales são organizadas pela Federação Francesa das Mídias Católicas juntamente com a associação SIGNIS, a Associação Católica Mundial para a Comunicação e a UCSI, a União Católica da Imprensa Italiana. O Dicastério para a Comunicação também faz parte da organização desde 2018.

Fonte www.vaticannews.va/pt

SANTO DO DIA 27 DE JANEIRO




Santa Ângela Mérici, fundadora da “Companhia de Santa Úrsula”


Virgem e Fundadora

Origens 
Santa Ângela Mérici nasceu em 21 de março de 1474, em Desenzano del Garda, Itália. De uma família muito honesta — materialmente pobre, mas espiritualmente riquíssima —, amava muito Cristo e sua Igreja. Com o testemunho dos pais, Ângela e a irmã foram crescendo. Desde pequenina, Ângela já tinha uma vida de oração e penitência, onde buscava amar a Deus cada vez mais. Tinha o costume de reunir-se com o pai para ouvir sobre a vida dos santos e começou a nutrir uma devoção a Santa Úrsula.

Órfã
Quando tinha 15 anos, os seus pais e a irmã vieram a falecer, sendo assim, ela precisou morar com um tio. Mulher de oração, nunca acusou Deus nem se revoltou. Tinha em seu coração o desejo de retornar à sua terra natal para levar uma vida mais austera e penitencial. 

A Serviço do Céu
Cinco anos após a morte de seu tio, retornou para Desenzano, dedicando-se às obras de misericórdia espirituais e corporais. Começou a fazer um trabalho muito providencial, confirmado pelo céu, porque teve um sonho de ver jovens com coroas de lírios caminhando para o céu. Naquele discernimento, ela agarrou a inspiração e foi trabalhar servindo jovens que corriam riscos morais.
Santa Ângela Mérici exemplo de sensibilidade feminina

Laicato
Em 1516, Ângela foi enviada por seus superiores à Bréscia para assistir a viúva Catarina Patendola. Na cidade, ela mostrou um laicato cada vez mais comprometido com a caridade, enriquecido pela sensibilidade feminina.

A perda e a recuperação da visão
Ao receber uma segunda visão, decidiu-se por fazer uma peregrinação por locais sagrados, como Mântua e o Monte Sagrado de Varallo. Em 1524, seu próximo destino foi a Terra Santa. Foi nesta viagem que, de repente, Ângela perdeu a visão. Sem desanimar, ela aceitou a sua deficiência momentânea como um sinal da Providência Divina, para olhar para os lugares sagrados com um olhar do Espírito. Teve a sua visão recuperada enquanto rezava diante do Crucifixo.

Cumprimento da Visão Celeste
Regressando à Itália, em 1525, foi em uma romaria à Roma, onde alicerçou seu carisma, tanto que Papa Clemente VIII propôs que ela permanecesse na cidade. Contudo, Santa Ângela Mérici não aceitou, retornando à Bréscia, pois queria cumprir a sua visão celeste.
A Companhia de Santa Úrsula

Fundadora
Em 25 de novembro de 1535, com o apoio de doze colaboradoras, Ângela fundou a “Companhia de Santa Úrsula”, onde a Regra de vida era estar fora do convento dedicando-se à instrução e à educação de mulheres, com voto de obediência ao Bispo e à Igreja. A ideia principal de Santa Ângela era que as mulheres se santificassem para santificar a família e a sociedade.

Páscoa
Faleceu em 27 de janeiro de 1540, com a idade de 66 anos. Seus restos mortais estão na igreja de Santa Afra, na Bréscia. Sua fama de santidade tornou-se muito evidente, tanto que em 1544, Papa Paulo III elevou a sua Companhia a um Instituto de Direito Pontifício, permitindo que as Ursulinas pudessem atuar além dos confins da Diocese.

Via de Santificação
Em 1768, Ângela Mérici foi beatificada pelo Papa Clemente XIII e, em 24 de maio de 1807, foi canonizada pelo Papa Pio VIII.

Minha oração

“Bondosa fundadora, sempre dedicada às mulheres e à formação delas, te rogamos contra o feminismo, contra as ciladas que querem deturpar a beleza e a dignidade do feminino. Dai as mulheres a mesma sabedoria e amor que tu tivestes. Amém.”

Santa Ângela Mérici, rogai por nós!

Terço dos Homens / Novo coordenador



Deixar registrado neste site que em 26 de janeiro de 2023, foi apresentado o novo coordenador biênio, ou seja de 2 anos.

Veja um trecho da redação de Rafaela Fontenele

Na noite da última quinta-feira (26), o Terço dos Homens apresentou o novo coordenador para o biênio 2023/2024. A celebração eucarística foi presidida pelo padre Gonçalo Teixeira, Coordenador Arquidiocesano de Pastoral, e contou com a presença de muitos membros do movimento na Capela São Miguel Arcanjo, localizada no Centro de Pastoral Paulo VI.

Presente em 71 paróquias e 15 áreas pastorais e diaconias da Arquidiocese de Teresina, o Terço dos Homens conta com a participação de cerca de 3 mil homens, que semanalmente se juntam para rezar o santo terço e aprender a viver os mistérios do Rosário no dia a dia. Após seis anos à frente do movimento, Claudionor Rodrigues deixa a coordenação e Vitor Lopes assume a função.

Saber mais  http://arquidiocesedeteresina.org.br

SANTO DO DIA 26 DE JANEIRO

 


Santos Timóteo e Tito, bispos



Bispos

Origens 

Santos Timóteo e Tito eram bispos e ambos colaboradores do Apóstolo dos Gentios, São Paulo. 
São Timóteo, bispo de Éfeso

Origens
Timóteo nasceu em Listra, próximo de Tarso. Sua mãe era judia e o educou na religião hebraica. Desde pequeno, tinha um grande amor pela Sagrada Escritura.

Evangelização
Sua vida foi marcada pela evangelização e pela santidade de São Paulo e também por São João Evangelista. São Paulo, no início de sua segunda visita missionária, foi tocado pelo testemunho de São Timóteo. Escolheu-o para ser seu companheiro de viagem, pois era estimado pelo povo de Listra e Icônio.

São Paulo sobre Timóteo
A respeito dele, certa vez, São Paulo escreveu em uma de suas cartas: “A Timóteo, filho caríssimo: graça, misericórdia, paz, da parte de Deus Pai e de Jesus Cristo, Nosso Senhor!” (II Timóteo 1,2). Nesta carta, é possível perceber que ele foi fruto de uma evangelização que atingiu não somente a ele, mas também sua família: “Quando me vêm ao pensamento as tuas lágrimas, sinto grande desejo de te ver para me encher de alegria. Confesso a lembrança daquela tua fé tão sincera que foi primeiro a de tua avó Loide e de tua mãe, Eunice e, não tenho a menor dúvida, habita em ti também”. (II Timóteo 1,4-5)

Viajou com São Paulo
Acompanhando São Paulo nas viagens, atravessou a Ásia Menor e foi até a Macedônia. E, seguidamente, foi para Atenas, onde foi enviado para a cidade de Tessalônica, e dali prosseguiu para Corinto, colaborando na evangelização dos cristãos.

Primeiro Bispo de Éfeso
Timóteo ficou reconhecido como um pastor valoroso. Foi o primeiro bispo de Éfeso, e nesse contexto conheceu e foi discípulo de Nosso Senhor seguindo as pegadas do Evangelista São João.

Páscoa
Conta-nos a tradição que, no ano de 95, o santo havia sido atingido por pagãos resistentes à Boa Nova do Senhor e, por isso, foi martirizado. São Timóteo, homem de oração, um apóstolo de entrega total a Jesus Cristo, viveu a fé em família, mas também propagou a fé para que todos conhecessem Deus, que é paz.
Dois santos e um amigo em comum: São Paulo
São Tito, bispo de Creta

Origens
São Tito foi o segundo e grande colaborador de São Paulo. Convertido e batizado por São Paulo, provinha de uma família grega e pagã. Companheiro de missão, por volta do ano 48, Tito foi para Jerusalém com São Paulo para o Concílio. São Paulo apresentou-o aos apóstolos e opôs-se a que fosse circuncidado, como era o desejo dos cristãos judaizantes. Tito tornou-se um símbolo do valor universal do Cristianismo, independente da nacionalidade ou raça.

São Paulo confiou uma missão
A fim de substituir Timóteo, São Paulo confiou a Tito a missão de levar a obediência à comunidade rebelde de Corinto. O zelo e a ponderação de Tito estabeleceram a paz entre a Igreja em Corinto e o Apóstolo dos Gentios.

Bispo de Creta
Apresentado como Bispo de Creta, Tito encontrou dificuldades em seu apostolado, sobretudo por parte dos judeus, que eram sempre opostos ao Evangelho. Relatos de Eusébio, Teodoreto e Santo Isidoro dizem que Tito seguiu evangelizando em Creta até o fim de sua vida.

As Cartas de São Paulo aos Santos
De acordo com a tradição, São Paulo escreveu duas Cartas a Timóteo e uma a Tito. As Cartas do Novo Testamento revelam ensinamentos para a formação dos pastores e dos fiéis da Igreja.

Minha oração

“ Aqueles que beberam das fontes mais limpas do catolicismo, pedimos por piedade o zelo e o amor pela Igreja e seus ministros, de modo particular os bispos e cardeais tão atacados pela cultura e pelos próprios cristãos. Consolai-os e fortalecei-os em sua missão. Amém.”
Santos Timóteo e Tito, rogai por nós! 

quarta-feira, 25 de janeiro de 2023

AMA - Serviços da ASA participam de formação continuada sobre a pessoa com deficiência

 

Segundo o site da Arquidioces de Teresina, aconteceu ontem dia 24 de janeiro ,
o serviço ‘Levante-te, vem para o meio’ realizou o I Encontro de Formação Continuada sobre a Pessoa com Deficiência, com a presença de alguns representantes dos serviços da Ação Social Arquidiocesana (ASA). Com o tema “A deficiência psicossocial e a inclusão no mercado de trabalho”, o encontro foi conduzido pela facilitadora Marta Evelin, terapeuta ocupacional do CAPS 3, no Plenarinho Dom Sérgio da Rocha.


Conforme 

O coordenador do “Levanta-te, vem para o meio”, Marcos Júnior, o tema abordado na formação é tão importante que se sentiu a necessidade de expandir, oferecendo aos outros serviços da ASA (Integrar, Programa Jovem Aprendiz, Casa de Zabelê, Centro Esperança Garcia e o Centro Novos Meninos, Lar de Misericórdia e Lar de Santana). 


Atualmente, cerca de 25 pessoas com deficiência psicossocial estão inseridas no mercado de trabalho através de parcerias, sendo acompanhadas e monitoradas pelo Ministério do Trabalho do Piauí (MTP).


Mais informação http://arquidiocesedeteresina.org.br

SANTO DO DIA 25 DE JANEIRO

 

Conversão de São Paulo, apóstolo






Festa Litúrgica


Origens 
Saulo, que depois tomou o nome de Paulo, nasceu em Tarso, capital da Cilícia. Da tribo de Benjamim, era judeu de nação. Logo, ele recebeu também o título de cidadão romano. O seu pai pertencia à seita dos fariseus, ou seja, pertencia ao grupo dos judeus que exerciam a profissão de observar a lei e de seguir a moral mais severa.


Amor ao Estudo
Passou os primeiros anos de sua vida em Tarso, estudando as ciências gregas. Dotado de muito amor ao estudo, foi estudar na escola de Gamaliel, em Jerusalém, para aprofundar-se no conhecimento da lei, buscando colocá-la em prática.


O Cristianismo
Quando estudava, conheceu o Cristianismo, que era tido como um seita na época. Tornou-se, então, um grande inimigo dessa religião e dos seguidores dessa. Tanto que a Palavra de Deus testemunha que, na morte de Santo Estevão, primeiro mártir da Igreja, ele fez questão de segurar as capas daqueles que o apedrejaram, como uma atitude de aprovação.
Conversão de São Paulo, um exemplo para refletir


Determinado a destruir o Cristianismo
Autorizado a buscar e identificar os cristãos, prendia-os, enfim, acabava com o Cristianismo. O intrigante é que São Paulo pensava estar agradando a Deus. Ele fazia seu trabalho por zelo, mas, de maneira violenta, sem discernimento. Era um fariseu que buscava a verdade, mas fechado à Verdade Encarnada.


Da Ira à Conversão
Sua ira contra os cristãos crescia à medida dos bons resultados. Obteve do sumo sacerdote, Caifás, poderes discricionários para pesquisar a vida de todos os cristãos e de os castigar. São Paulo entrava nas sinagogas, açoitava aqueles que acreditavam em Jesus e colocava em execução todos os meios para obrigar os cristãos a blasfemarem contra o santo nome de Cristo.


Testemunho
Encontramos, no capítulo 9, dos Atos dos Apóstolos, o testemunho: “Enquanto isso, Saulo só respirava ameaças e morte contra os discípulos do Senhor. Apresentou-se ao príncipe dos sacerdotes e pediu-lhes cartas para as sinagogas de Damasco, com o fim de levar presos, a Jerusalém, todos os homens e mulheres que seguissem essa doutrina. Durante a viagem, estando já em Damasco, subitamente o cercou uma luz resplandecente vinda do céu. Caindo por terra, ouviu uma voz que lhe dizia: ‘Saulo, Saulo, por que me persegues?’. Saulo então diz: ‘Quem és, Senhor?’. Respondeu Ele: ‘Eu sou Jesus, a quem tu persegues. Duro te é recalcitrar contra o aguilhão’. Trêmulo e atônito, disse Saulo: ‘Senhor, que queres que eu faça?’ respondeu-lhe o Senhor: ‘Levanta-te, entra na cidade, aí te será dito o que deves fazer'”.
Pelas águas do Batismo, torna-se Paulo 
O Batismo


O batismo de Saulo é apresentado por Ananias, um cristão comum, mas dócil ao Espírito Santo. Apareceu-lhe o Senhor em visão e disse-lhe: “Levanta-te, e vai à rua que se chama Direita, e procura em casa de Judas a um chamado Saulo de Tarso, porque ele está ali orando”. Procurando Saulo no local indicado, colocou as mãos sobre ele, dizendo: “Saulo, o Senhor Jesus que te apareceu no caminho por onde vinhas, me enviou para que recebas a visita e sejas cheio do Espírito Santo”. Saulo levantou-se cheio de alegria. Ananias declarou-lhe o que o Senhor lhe tinha dado a entender a respeito de sua vocação e o batizou (cf. At 9).


A Festa
A festa litúrgica da conversão de São Paulo, própria da Igreja latina, apareceu no século VI. A comemoração do dia 25 de janeiro tem o intuito de considerar as várias facetas do Apóstolo por excelência. Pertence a Jesus desde o momento em que, no caminho para Damasco, foi vencido pelo amor de Cristo e transformou-se no maior Apóstolo do Evangelho.


Minha oração




“Na conversão de Paulo, percebemos que perseguir a Igreja é perseguir o próprio Cristo, por isso, rogamos a conversão e mudança daqueles que hoje procuram fazer o mal para os cristãos. Que, nessa inimizade, surja as maiores graças de transformação de vida. Amém.”


São Paulo, rogai por nós!

terça-feira, 24 de janeiro de 2023

Santa Sé pronta para mediar paz na Ucrânia, mas são necessárias negociações


Santa Sé pronta para mediar paz na Ucrânia, mas são necessárias negociações


O secretário para as Relações com os Estados e Organizações Internacionais, fDom Paul Richar Gallagher, falando aos jornalistas à margem da conferência "A profecia da paz" organizada pela "Comunhão e Libertação", reiterou que as partes ainda não estão prontas para deter o conflito. As reuniões diplomáticas no Vaticano continuam, mas por enquanto o Papa não irá a Kyiv. Apoio à justa defesa da Ucrânia, mas "deve ser proporcional".



Michele Raviart - Cidade do Vaticano

“A Santa Sé deve estar pronta, deve estar disponível” para colocar os seus bons ofícios à disposição de todos, como pede o Papa, mas “neste momento as ambições das partes em conflito não correspondem a uma grande iniciativa de paz”. "Esperamos chegar a este ponto em um futuro próximo", disse o arcebispo Paul Richard Gallagher, secretário para as relações com os Estados e organizações internacionais, falando em entrevista a jornalistas à margem da conferência "A guerra na Ucrânia e 'profecia pela paz'”, promovida pelo movimento "Comunhão e Libertação", realizado na tarde de sexta-feira na Pontifícia Universidade Urbaniana.

As partes sempre dizem que "talvez haja um papel para a Santa Sé, mas para conseguir uma paz justa é preciso negociações" e “não parece que as partes estejam prontas ou que falem uma linguagem que uma possa aceitar as propostas da outra. Ainda estamos numa situação de conflito, de guerra e esta é a linguagem de agora”.
Crie uma nova cultura de paz


O arcebispo reiterou que a Santa Sé está ativa "para conversar, para discutir, para encontrar pessoas no Vaticano, para receber visitas de embaixadores", mas que no momento não há muito o que esperar, "porque o clima de conflito não é muito aberto." O Papa, reiterou o arcebispo Gallagher, “fala continuamente sobre a guerra” e o que é preciso fazer é “criar uma nova cultura de paz e criar estruturas que possam promovê-la na Europa”.
Uma situação grave para a Ucrânia, a Europa e o mundo


Uma Europa, sublinhou, que talvez seja um pouco habituada a não se envolver nestes acontecimentos: “Sempre pensamos que a guerra é impossível na Europa, agora aprendemos que somos pobres seres humanos como todos os outros”. “Não há nenhuma parte do mundo onde esta guerra não tenha tido impacto” e por isso o convite às instituições e grupos de pessoas é aquele de pensar fora dos esquemas para encontrar uma solução.


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20/01/2023




"Nada deve ser descartado", porque "a situação é tão grave, não só para a Ucrânia em particular e para toda a Europa, mas também para o mundo". "Devemos", além disso, "continuar a rezar e implorar, porque talvez somente a ajuda divina vai nos tirar dessa situação”.
Papa Francisco não irá a Kyiv no momento


Nesta fase, confirmou o secretário para as relações com os Estados, Francisco não irá a Kyiv. "O Papa tem sempre presente este convite, mas penso que quer fazer esta visita no momento mais oportuno e por agora parece que não é o momento", como testemunha também o que aconteceu durante o Natal ortodoxo, com "a impossibilidade de convencer as pessoas do valor de uma trégua".

Quanto às relações com a Rússia, o arcebispo Gallagher reiterou que mantém contatos apenas com a embaixada junto à Santa Sé e não com outras personalidades ou grupos contrários à guerra. “A população da Rússia, acredito que apoie a política de seu governo. Se ela está bem informada, isso é outra questão…”, comentou. “Há quem por várias razões não aceite esta política, os jovens que partiram para a Geórgia depois da mobilização, há quem tenha sido detido pelas suas opiniões”, mas “não parece que seja um movimento de massas neste momento na Rússia".
O direito a uma justa defesa proporcional


Nos últimos dias, novos armamentos chegaram à Ucrânia enviados pelos aliados. "Sempre defendemos que a Ucrânia tem direito a uma defesa justa", mas esta "deve ser uma defesa proporcional". “Esses armamentos têm um custo tremendo”, mas “o que não queremos e acho que ninguém quer é que esse seja realmente um motivo para escalar o conflito. Queremos que este seja um motivo para promover a paz e ajudar todas as partes a perceberem a gravidade da situação", porque, como havia dito no discurso anterior na conferência, "não devemos cair no risco do vício e da indiferença diante das numerosas mortes de civis e ambientes urbanos e naturais”.
A corrida armamentista


Em seu discurso, o arcebispo Gallagher disse estar preocupado com a aceleração do rearmamento que estamos assistindo. Em 2021, de fato, pela primeira vez o gasto militar mundial ultrapassou dois trilhões de dólares, um valor o dobro de 2000 e decididamente superior ao da Guerra Fria.

De fato, 2,2% da riqueza mundial destina-se a gastos militares e isto apesar de a economia do planeta ter contraído 3,1%. "São recursos", disse Gallagher, "inevitavelmente desviados de investimentos voltados para a promoção do trabalho, da saúde, do combate à fome, do desenvolvimento" e que poderiam ser destinados a enfrentar "as ameaças à segurança do século XXI, como a pobreza , questões ambientais, terrorismo, conflitos assimétricos" ou fenômenos como a pandemia e o aquecimento global".
Tarquínio: a Igreja é a única voz autorizada pela paz


“1Bastaria 10% do que se usa para se armar para acabar com a fome no mundo”, reiterou o diretor do jornal Avvenire dos bispos italiano, Marco Tarquinio, em outro pronunciamento, reiterando como durante a pandemia o mundo gastou em armas o mesmo dinheiro que gastou com saúde e muito mais do que é destinado à educação. Neste terrível inverno de conflitos, Tarquínio reiterou que a Igreja é a única voz "alta, firme e convincente" a falar de paz, num mundo onde todas as guerras desde 1945 terminaram com tensões ainda maiores e onde, além da Ucrânia, existem outros 160 conflitos abertos, como Síria e Iêmen.
Prosperi: parece impossível falar de paz, mas não devemos perder a esperança


Neste sentido, parece cada vez mais necessário acompanhar o Papa "na profecia pela paz", como afirmou no passado dia 15 de outubro, quando recebeu em audiência os membros do Comunhão e Libertação e quando disse estar assustado com "uma situação cada vez mais violenta e mundo guerreiro".

"Parece impossível hoje falar de paz", sublinhou novamente Davide Prosperi, presidente da fraternidade Comunhão e Libertação", mas devemos trabalhar tendo em mente o que já aconteceu, também apoiar a memória do que aconteceu historicamente, sobretudo em A Europa, pronta para quebrar todos os padrões, todos os preconceitos, mesmo na relação com aqueles que talvez sejam 'legalmente' considerados inimigos”. Uma busca incansável pela paz, reiterou, que levou a Comunhão e Libertação a iniciativas como projetos de acolhimento de refugiados nas famílias, ou a ajuda educacional e psicossocial para as crianças deixadas na Ucrânia ou o projeto internacional "hospitais abertos" na Síria. A tarefa que sentimos como cristãos", acrescentou Prosperi, "é testemunhar neste trabalho cotidiano que só a esperança constrói" porque, como ensinava padre Giussani, "a esperança é a certeza do futuro em virtude de uma realidade presente que é Cristo".

SANTO DO DIA 24 DE JANEIRO

São Francisco de Sales, patrono dos escritores e dos jornalistas


Bispo e Doutor da Igreja


Origens
São Francisco de Sales nasceu na província de Savóia em 1567. Pertencente à nobre família de Barões de Boisy, cresceu no castelo de Sales. Sua mãe, uma condessa, buscou formá-lo muito bem com os padres da Companhia de Jesus, onde, dentre muitas disciplinas, também aprendeu várias línguas. Muito cedo, fez um voto de viver a castidade e buscar sempre a vontade do Senhor. Ao longo da história desse santo muito amado, é possível perceber o quanto ele buscou e o quanto encontrou o que Deus queria.

Vocação
Certa ocasião, atacado pela tentação de desconfiar da misericórdia do Senhor, ele buscou a resposta dessa dúvida com o auxílio de Nossa Senhora e, assim, a desconfiança foi dissipada. Estudou Direito em Pádua, mas, contrariando familiares, quis ser padre. Em 18 de dezembro de 1593, foi ordenado sacerdote aos 26 anos de idade. Foi um sacerdote que buscou a santidade não só para si, mas também para os outros.

Nomeado Bispo
No seu itinerário de pregações, de zelo apostólico e de evangelização, semeando a unidade e espalhando, com a ajuda da imprensa, a sã doutrina cristã, foi escolhido por Deus para o serviço do episcopado em Genebra. Em 1599, foi nomeado bispo coadjutor e, após três anos, passou a ser titular, com sede em Annecy, França. Um apóstolo do amor e da misericórdia, visitava paróquias, reorganizava mosteiros, conventos e dedicava-se à pregação e catequeses para os fiéis.
São Francisco de Sales era amigo de Joana Francisca de Chantal

“Introdução à vida devota”
Durante uma pregação em Dijon, em março de 1604, conheceu Joana Francisca de Chantal, com quem formou uma grande amizade. No ano de 1608, escreveu e dedicou-lhe o livro “Introdução à vida devota”. Neste livro, São Francisco de Sales resumia os princípios da vida interior e ensinava como amar a Deus.

Amizade que inspira
A amizade com Joana contribuiu para que fundassem a Congregação da Visitação de Santa Maria, em 1610, em Annecy, com o intuito de prestar socorro aos pobres e necessitados. Anos mais tarde, a Congregação tornou-se Ordem Contemplativa e as monjas passaram a ser chamadas de Visitandinas.

Páscoa
São Francisco de Sales morreu em 28 de dezembro de 1622, em Lyon. No ano seguinte, seus restos mortais foram encaminhados para Annecy. Esse grande santo da Igreja morreu com 55 anos, sendo que 21 deles foram vividos no episcopado como servo para todos e sinal de santidade.

Via de Santificação
Declarado Doutor da Igreja pelo Papa Pio IX, em 1877, é também titular e patrono da família salesiana, fundada por Dom Bosco, que se inspirou nele ao adotar o nome [salesiano]. Também é patrono dos escritores e dos jornalistas devido ao estilo e ao conteúdo de seus escritos. Foi beatificado em 1661 pelo Papa Alexandre VII, que também o canonizou em 1665.

Minha oração

“Doutor da mansidão, ensinai aos teus devotos o caminho para tão grande equilíbrio e paz. Assim como conduza-nos a misericórdia e paciência com os pecadores, os que estão mais próximos e vivem conosco. Amém.”
São Francisco de Sales, rogai por nós!

1º ANIVERSÁRIO DE NOSSA SENHORA DE FÁTIMA E DO ROSÁRIO

Aconteceu no dia 23 de janeiro de 2023, o primeiro aniversário da Paróquia Nossa Senhora de Fátima e do Rosário  


Presidida pelo o Padre Osório, os amigos da igreja Catedral Nossa Senhora das Dores foram  lá parabenizar  a Igreja e abraçar o padre querido.






 

segunda-feira, 23 de janeiro de 2023

santo do dia 23 de Janeiro


Santo Ildefonso, o bispo dedicado à Virgem Maria



Bispo

Origens
Santo Ildefonso nasceu em 8 de dezembro do ano 606, em Toledo. Recebeu de Santo Isidoro o auxílio em seus estudos e aprendeu a desprezar o espírito do mundo. Pertencente a uma família de sangue real, ficou órfão e, empregando todos os bens que possuía, fez de tudo para a construção de um mosteiro para religiosos. Um homem de discernimento, mas isso não quer dizer sem medo, sem dificuldades.

Eleito pelo Povo
O bispo de Toledo, Heládio, elevou Ildefonso ao diaconato e, após a morte de Adeodato, abade de Agália, foi escolhido para sucedê-lo. Como abade, assistiu aos concílios de Toledo de 653 e 655. No ano 657, o bispo de sua localidade havia falecido e o povo o elegeu para o cargo. Ele se escondeu num convento, mas foi descoberto e aceitou este grande serviço para o povo de Deus.

Devoto da Santíssima Virgem
Com um coração aberto para as vontades de Deus, foi um grande instrumento de Deus e devoto da Santíssima Virgem. Ele propagou a Festa da Expectação de Nossa Senhora, em 18 de dezembro – Nossa Senhora do Ó, como ficou conhecida.
Santo Ildefonso: recebeu a graça da aparição da Virgem Maria

O Capelão da Virgem Maria
Fruto desse amor, ele recebeu a graça de uma aparição da Virgem Maria, chamando-o de “meu capelão” e presenteando-o com uma casula do céu. Assim diz o seu testemunho. Em memória desse fato, uma festa com o título de “Descida da Santíssima Virgem a aparição de Santo Ildefonso” foi estabelecida para o dia 21 de janeiro, pelo 10º concílio de Toledo, em 656.

Páscoa
Um homem revestido de humildade, de vida, de oração na vida sacramental, por isso, foi um grande pastor para o seu povo. Santo Ildefonso morreu em 23 de janeiro de 667.

Relíquias
Seu corpo foi sepultado na igreja de Santa Leocádia, mas precisou ser transferido para Zamora, Espanha, onde foi venerado até 888. Em 1440, seus restos mortais foram retirados das ruínas e novamente foram expostos à veneração dos fiéis.

Minha oração

“Por teu grande amor e zelo a Maria, pedimos a mesma devoção, a mesma clareza de fé, os mesmo sentimentos de amor para com a mãe de Deus. Que possamos propagar essa devoção e ensinar esse caminho seguro aos necessitados. Amém.”
Santo Ildefonso, rogai por nós!

Sínodo: falar com liberdade e escutar com humildade



Analisando a fase diocesana do Sínodo e lançando um olhar sobre as assembleias continentais, o padre Sérgio Leal, especialista em sinodalidade, considera que tem sido um caminho muito positivo porque alargado a todo o povo de Deus.



Rui Saraiva – Portugal

No Angelus de domingo dia 15 de janeiro, o Papa Francisco anunciou que na preparação da primeira sessão do Sínodo terá lugar no Vaticano uma Vigília Ecuménica. Será no sábado dia 30 de setembro e o Santo Padre confiou a sua organização à Comunidade Ecuménica de Taizé.

“Vamos confiar a Deus os trabalhos da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos”, referiu o Papa convidando “os irmãos e irmãs de todas as confissões cristãs” a participarem.

Neste início de ano, até ao mês de março, decorrem as assembleias continentais do Sínodo na África, Oceania, Médio Oriente, Ásia, América Latina, América do Norte e Europa. No continente europeu será em Praga, na República Checa, de 5 a 12 de fevereiro. Em outubro passado foi publicado o Documento para a Etapa Continental (DEC), que recolhe o essencial das sínteses nacionais da fase diocesana. “Alarga o espaço da tua tenda” é a frase do profeta Isaías que dá título ao DEC.
A surpresa das pessoas por serem ouvidas


Sobre o andamento do Sínodo iniciado pelo Papa Francisco em 2021, pedimos um comentário ao padre Sérgio Leal, especialista em sinodalidade. O sacerdote português faz uma análise sobre o discernimento coletivo, a participação, o encontro, a escuta e o diálogo proporcionados pelo processo sinodal em curso em todo o mundo e que está a movimentar milhões de pessoas. Considera que tem sido um caminho muito positivo porque alargado a todo o povo de Deus.

“Encontramos um caminho muito positivo porque se alargou o termo sinodalidade a todo o povo de Deus. A palavra sinodalidade tornou-se conhecida de todo o povo de Deus. Há um caminho a iniciar-se. Sabemos que a sinodalidade faz parte da vida da Igreja desde os passos da Igreja nascente, mas a verdade é que operacionalmente e na ação eclesial, às vezes, distanciamo-nos da sinodalidade. Este caminho sinodal trouxe às igrejas locais este processo de escuta que estamos a acompanhar. Nos lugares de escuta sinodal em que participei, verifiquei a surpresa das pessoas por serem ouvidas e a alegria que manifestaram porque alguém lhes perguntou aquilo que tinham para dizer e que podiam falar com liberdade. E creio que isto é o que de mais positivo encontro neste caminho. Ou seja, o podermos fazer aquilo que é a sinodalidade: falar com liberdade e escutar com humildade. Porque também vi isto nos grupos que acompanhei. Cada um ia falando com a liberdade que lhe assistia, mas ia escutando também o outro que lhe servia de confronto. Isto passou à exigência de colocar isto a escrito e de fazer as sínteses paroquiais, diocesanas e nacionais até chegarmos a este momento do documento para a etapa continental”, sublinha o padre português.

A importância de grupos de coordenação


O sacerdote salienta a importância da existência de “grupos de coordenação” e de “plataformas de comunhão” no processo sinodal. Assinala, contudo, a existência de resistências.

“Uma primeira resistência a este processo nasce de não percebermos que estamos a caminho. Todas estas sínteses não são conclusões, não são a exortação pós-sinodal do Papa, não são o relatório final das assembleias sinodais. Isto são etapas do caminho. São o colocar em síntese aquilo que foi dito nas diferentes instâncias. Muitas vezes, a mim surpreende-me a surpresa de alguns com aquilo que as pessoas dizem. Porque muito daquilo que temos presente vamos escutando quando estamos nos nossos grupos paroquiais, nos nossos grupos de amigos, onde encontramos crentes e não crentes, muitos destes aspetos positivos e negativos que estão na síntese nacional, estão presentes no pensar de muitos. Algumas sínteses diocesanas apontavam algo que era importante ter numa síntese, isto é, dar espaço a todos as coisas, para que não seja a síntese da maioria. Foi apontada à síntese nacional uma excessiva carga negativa. mas que nasce também do modo como o processo foi desenvolvido. Ou seja, quando perguntamos às pessoas o que é importante mudar, que caminho temos a fazer, evidentemente, que aquilo que sublinharemos é aquilo que está menos bem. Estando num percurso sinodal é importante escutar a todos e é importante que existam grupos de coordenação que criem caminho conjunto. Não queremos gerar maiorias ou minorias, mas consenso e comunhão. E é necessário um conjunto de plataformas que nos permitam criar ritmo e dar operacionalidade a todo este caminho. É importante, não só agora neste processo sinodal, mas na nossa ação eclesial da Igreja em Portugal, criarmos plataformas de comunhão que nos permitam criar caminho conjunto, criarmos sinergias que permitam uma maior eficácia na evangelização”, revela o sacerdote.

Fase continental: problemas devem ser oportunidades


Este Sínodo decorre numa verdadeira mudança de época, na qual “a fé cristã já não é o motor existencial” do continente europeu, revela o sacerdote assinalando que a nova fase do processo sinodal “deverá apontar caminhos novos de evangelização”. Escutar a realidade e perceber quem são “os homens e mulheres que caminham connosco” é um dos desafios de uma fase continental na qual os problemas devem ser oportunidades, refere o padre Sérgio Leal.

“Estamos numa fase inédita, como de alguma forma é inédito todo este processo sinodal que estamos a viver. É verdade que, muitas vezes, da fase continental apontamos uma primeira limitação de como é que num continente estamos a colocar na mesma plataforma países onde que há um contraste evidente, como Portugal e a Alemanha, ou a França e a Itália. Ou seja, estamos a colocar no mesmo documento, na mesma fase de diálogo, países bastante diferentes e um prisma bastante alargado de pessoas e de experiências. Mas, creio que este não é um problema ou se é uma resistência deverá tornar-se uma oportunidade. Porque a Igreja sempre foi o povo que caminha nos quatro cantos da Terra. Portanto, nesta fase continental há que esperar com positividade, visto que o caminho sinodal é um caminho aberto às surpresas do Espírito e esse rasgará os horizontes de esperança que precisamos. No nosso continente europeu vivemos, de facto, aquilo que o Papa diz: mais do que uma época de mudanças, vivemos uma verdadeira mudança de época. Se isto se regista em outros lugares do globo, regista-se em modo muito particular no nosso continente europeu, onde há uma nova etapa evangelizadora. Há um conjunto de estruturas que ainda assentam muito numa lógica de cristandade que já não é europeia. A fé cristã era aquilo que moldava os horizontes sociais, familiares, relacionais. Hoje percebemos que a fé cristã já não é o motor existencial do continente europeu e esta fase continental deverá apontar caminhos novos de evangelização na Europa. De uma Europa onde a Igreja quer apresentar como indispensável o caminho da fé a um conjunto de pessoas para quem a fé é algo de acessório. E esta apresentação da indispensabilidade da fé passa pela capacidade de habitarmos o horizonte antropológico desta Europa. Isto é, escutarmos a realidade que temos diante de nós, percebermos quem são os homens e mulheres que caminham connosco e que para caminharmos com eles estamos atentos às suas necessidades, anseios e angústias e, assim, seremos mais capazes de anunciar Jesus Cristo”, declara o sacerdote.

O padre Sérgio Leal é um dos principais especialistas de língua portuguesa em sinodalidade, encontrando-se na fase final do seu doutoramento. A sua tese de licenciatura em Teologia Pastoral na Universidade Lateranense em Roma foi sobre a sinodalidade como estilo pastoral. Em outubro de 2021 publicou o livro “O caminho sinodal com o Papa Francisco”. Na diocese do Porto, em Portugal, é formador do Seminário Maior, pároco da Sé e docente da Universidade Católica Portuguesa. No âmbito deste processo sinodal tem colaborado com várias dioceses. Especial destaque para a sua participação em julho passado no 7ºEncontro Nacional da Pascom, a Pastoral da Comunicação da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB).

“Por uma Igreja sinodal: comunhão, participação e missão” é o tema do Sínodo. No primeiro ano teve lugar uma primeira fase nas dioceses e agora decorrem as assembleias continentais. A primeira sessão da XVI Assembleia Geral Ordinária do Sínodo dos Bispos será de 4 a 29 de outubro deste ano de 2023. Em outubro de 2024 realiza-se uma segunda sessão dessa assembleia.

Laudetur Iesus Christus

REUNIÃO DA PASTORAL DO BATISMO

 Pastoral do Batismo



Nosso pároco Padre Kleber convoca toda a equipe da Pastoral do Batismo para apresentação do nosso novo casal coordenador da nossa Pastoral do Batismo;  avaliação do trabalho realizado durante os 2 últimos anos;  elaboração do calendário da  caminhada da Pastoral do Batismo.

Data:  12 de Fevereiro

Local;  Centro Paroquial Nossa Senhora das Dores

Horário: 19 horas

SANTO DO DIA 22 DE JANEIRO

 São Vicente de Saragoça, padroeiro de Lisboa


Mártir

Origens

São Vicente de Saragoça nasceu na Espanha, em Huesca, no século terceiro. De uma família muito distinta e conhecida por todos, ele escolheu ser cristão e, assim, viver a santidade. Desde pequeno, foi entregue pelos pais à direção de Valério, Bispo de Saragoça, que contribuiu para sua formação na piedade e o fez seguir na ciência da religião e nas letras humanas.

Vida Sacerdotal
Ordenado diácono pelo santo Prelado, Vicente exerceu o cargo com dignidade e felizes resultados. Eloquente em suas palavras e obras, não só ensinava como também fortalecia os fiéis.

Dificuldades
São Vicente de Saragoça viveu num período muito difícil da Igreja. Pelos fins do ano 303, Diocleciano e Maximiano – imperadores –, começaram a perseguir os cristãos e forçar muitos a se declarar a favor dos deuses; caso contrário, seriam martirizados.
São Vicente de Saragoça: escolheu dedicar-se a Deus

Pregador
Ele era um grande pregador da Palavra, mais do que isso, buscava viver a Palavra que pregava, esta que é, antes de tudo, Cristo Jesus, o Santo dos Santos, o nosso modelo, o nosso Senhor e Salvador. Diante das ameaças do governador Daciano, ele não recusou a se dizer cristão e fiel ao Senhor. Daciano, querendo assinalar o seu zelo e atividade em fazer cumprir os decretos imperiais, mandou prender Vicente.

Páscoa
Os tormentos o perseguiram. Foi um martírio lento, sempre com o objetivo de vencê-lo para que Daciano se desse como herói diante do Cristianismo, mas também com o objetivo de levar São Vicente a renunciar a própria fé, a sacrificar aos deuses. Fiel a Deus e sustentado pela oração, diante de si ele tinha o seu grande amor: Deus. Sendo assim, ele foi martirizado aos poucos, até mesmo levado à grelha, tendo seu corpo dilacerado, jogado numa prisão e, por fim, Daciano deixou-o num leito pedindo que cuidassem dele. Ali, sim, ele foi visitado por outros cristãos e entregou-se a Deus. Isto sucedeu-se no ano 304.

Modelo
São Vicente de Saragoça tornou-se modelo para todos os cristãos e também padroeiro principal do patriarcado de Lisboa e também da diocese de Faro.

Minha oração

“Ao povo português pedimos a proteção e a devoção para com Jesus, que sejam sempre uma nação de valores cristãos e zelo católico. Por esse martírio, conceda aos seus descendentes a mesma fé. Amém.”
São Vicente de Saragoça, rogai por nós!

CONVITE - FESTIVAL DO SENHOR

 Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Teresina  realiza  o Festival do Senhor 2023



A Renovação Carismática Católica da Arquidiocese de Teresina  realiza nos dias 19 a 21 de Fevereiro,  o Festival do Senhor 2023, na Igreja Nossa Senhora de Lourdes, no Bairro Vermelha 5 minutos do Centro de Teresina; convida vocês com seus familiares para participarem desde grande louvor a Deus.

sábado, 21 de janeiro de 2023

SANTO DO DIA 21 DE JANEIRO


Santa Inês, a jovem virgem e mártir



Virgem e Mártir



Origens

Santa Inês ou Agnes, seu nome vem do grego, que significa pura e casta. Ela pertenceu a uma família romana e, segundo os costumes do seu tempo, foi cuidada por uma aia (uma babá), que só a deixaria após o casamento.

A Principal Beleza
Santa Inês tinha cerca de 12 anos quando um pretendente se aproximou dela. Segundo a tradição, ele era filho do prefeito de Roma e estava encantado pela beleza física de Inês. Mas sua beleza principal é aquela que não passa: a comunhão com Deus.

Compromisso com a Vocação
De maneira secreta, ela tinha feito uma descoberta vocacional, era chamada a ser uma das virgens consagradas do Senhor, e ela fez este compromisso. O jovem não sabia [do compromisso de Inês] e, diante de tantas propostas, ela sempre dizia ‘não’. Até que ele denunciou Inês para as autoridades, porque, sob o império de Diocleciano, ser cristã era correr risco de vida.
Santa Inês teve uma curta vida, mas doada somente a Deus

Páscoa
Quem renunciasse a Jesus ficava com a própria vida; caso contrário, tornava-se mártir. Foi o que aconteceu com esta jovem de cerca de 12 ou 13 anos.

Modelos de Pureza
Tão conhecida e citada pelos santos padres, Santa Inês é modelo de uma pureza à prova de fogo, pois, diante das autoridades e do imperador, ela se dizia cristã. Eles começaram pelo diálogo, depois as diversas ameaças com fogo e tortura, mas em nada ela renunciava o seu Divino Esposo. Até que a pegaram e levaram para um lugar em Roma próprio da prostituição, mas ela deixou claro que Jesus Cristo, seu Divino Esposo, não abandona os seus. De fato, ela não foi manchada pelo pecado.

Fidelidade com Cristo
Auxiliada pelo Espírito Santo, com muita sabedoria, ela permaneceu fiel ao seu voto e ao seu compromisso; até que as autoridades, vendo que não podiam vencê-la pela ignorância, mandaram então degolar a jovem cristã. Ela perdeu a cabeça, mas não o coração, que ficou para sempre em Cristo.
Santa Inês: é representada com um cordeiro


A Iconografia
Sua iconografia é representada com um cordeiro sempre ao seu lado, pois seu destino foi semelhante a esses ovinos. Todos os anos, no dia 21 de janeiro, festividade de Santa Inês, dois cordeirinhos são abençoados. Com a lã deles, as Irmãs da Sagrada Família confeccionam os sagrados Pálios (espécie de estolas) que o Santo Padre envia aos novos Arcebispos metropolitanos.

A Basília
Constância, filha de Constantino, sofria com uma lepra quando foi ao túmulo de Santa Inês clamar por sua intercessão. Após ter rezado e adormecido, Constância viu Santa Inês que lhe disse: “Age com constância. Logo que você acreditar em Cristo, será curada”. Após essas palavras, Constância acordou e estava curada de sua lepra. Por esse motivo, Constância mandou que erguessem sobre o túmulo de Santa Inês uma Basílica, onde seus restos mortais foram colocados em uma urna de prata.

Minha oração

“Por teu exemplo e pureza, rogamos pelos nossos jovens e crianças, por essa sociedade tão sensualizada, para que o Senhor nos conduza e nos faça passar ilesos em meio ao caos atual. Preservai e concedei o dom da castidade. Amém.”
Santa Inês, rogai por nós!

SANTO DO DIA 20 DE JANEIRO

São Sebastião, o soldado martirizado



Mártir

Origens
São Sebastião nasceu em Narbonne; os pais eram oriundos de Milão, na Itália, do século terceiro. São Sebastião, desde cedo, foi muito generoso e dado ao serviço. Recebeu a graça do santo batismo e zelou por ele em relação à sua vida e à dos irmãos.

Soldado
Ao entrar para o serviço no Império, como soldado, tinha muita saúde no físico, na mente e, principalmente, na alma. Não demorou muito, tornou-se o primeiro capitão da guarda do Império. Esse grande homem de Deus ficou conhecido por muitos cristãos, pois, sem que as autoridades soubessem – nesse tempo, no Império de Diocleciano, a Igreja e os cristãos eram duramente perseguidos –, porque o imperador adorava os deuses. Enquanto os cristãos não adoravam as coisas, mas as três Pessoas da Santíssima Trindade.

O Consolo
Esse mistério o levava a consolar os cristãos que eram presos de maneira secreta, mas muito sábia; uma evangelização eficaz pelo testemunho que não podia ser explícito.
São Sebastião: Soldado da Igreja

Defensor da Igreja
São Sebastião tornou-se defensor da Igreja como soldado, como capitão e também como apóstolo dos confessores, daqueles que eram presos. Também foi apóstolo dos mártires, os que confessavam Jesus em todas as situações, renunciando à própria vida.

Um desejo
O coração de São Sebastião tinha esse desejo: tornar-se mártir. E um apóstata denunciou-o para o Império e lá estava ele, diante do imperador, que estava muito decepcionado com ele por se sentir traído. Mas esse santo deixou claro, com muita sabedoria, auxiliado pelo Espírito Santo, que o melhor que ele fazia para o Império era esse serviço; denunciando o paganismo e a injustiça.

Defensor da Verdade
São Sebastião, defensor da verdade no amor apaixonado a Deus. O imperador, com o coração fechado, mandou prendê-lo num tronco e muitas flechadas sobre ele foram lançadas até o ponto de pensarem que estava morto. Mas uma mulher, esposa de um mártir, o conhecia, aproximou-se dele e percebeu que ele estava ainda vivo por graça. Ela cuidou das feridas dele.

Páscoa
Ao recobrar sua saúde depois de um tempo, apresentou-se novamente para o imperador, pois queria o seu bem e o bem de todo o Império. Evangelizou, testemunhou, mas, dessa vez, no ano de 288, foi duramente martirizado.

Minha oração

“ São Sebastião que foste flechado pelo povo, mas também pelo amor divino, colocai em nós essa ferida de amor que não sara e não se cansa de procurar o amado de nossas vidas até às últimas consequências. Amém.”
São Sebastião, rogai por nós!

Jovens da Arquidiocese se preparam para Jornada Mundial da Juventude




Por: MARIA CLARA GUIMARÃES


reprodução: via CNBB

Com o tema “Maria Levantou-se e partiu apressadamente” (Lc 1, 39), entre os dias 1 e 7 de agosto de 2023 acontecerá a Jornada Mundial da Juventude (JMJ), um encontro de jovens de todo o mundo com o Papa. Tendo como sede a cidade de Lisboa, em Portugal, a JMJ apresenta-se como um convite a uma geração determinada a construir um mundo mais justo e solidário.



A Jornada Mundial da Juventude acontece todos os anos em nível diocesano e a cada dois, três ou quatro anos ocorre como um encontro internacional, em uma cidade escolhida pelo Papa, reunindo milhares de jovens para celebrar a fé e a pertença à Igreja. Para este momento, alguns jovens da Arquidiocese de Teresina estão se preparado para finalmente vivenciar este encontro e poder estar mais perto do Papa Francisco.

Vitor Manuel, integrante do EJC do Paróquia Santuário São Francisco de Assis e do grupo de Jovens da Juventude Saviniana, relata que já havia participado dos encontros anuais, mas que há muito tempo ansiava pela oportunidade de ir ao encontro internacional. “Quando eu soube que o encontro internacional aconteceria no nosso idioma e em um local que eu sonhava em conhecer, fui despertado por um desejo muito forte de participar e poder ver o Santo Padre mais de pertinho”, destacou.

Apesar de pertencerem a paróquias diferentes, com sua animação, Vitor acabou incentivando a amiga Lorena Matos, também integrante do EJC e da Pascom da Paróquia Santa Teresinha do Menino Jesus, a participar do encontro. “Antes de ir a Brasília eu não conhecia a JMJ. Depois que cheguei a Teresina fiquei bastante interessada no assunto e comecei a conversar sobre isso com o Vitor, até que decidimos ir”, explicou.

Como forma de arrecadar recursos para custear a viagem, os dois têm desenvolvido projetos dentro de suas paróquias e em toda a Arquidiocese, com venda de roupas em bazares, confecção de artigos, dentre outras ações. Segundo Lorena, a JMJ vai permitir conhecer outras culturas e outros jovens que são católicos, mas pertencentes a outros países.

“Eu acho que esse encontro vai nos permitir uma troca cultural e espiritual muito grande, além de podermos conhecer o Papa pessoalmente e participar de vários eventos, que sem dúvidas será um divisor de água em nossas vidas”, finaliza.

Para aqueles que desejarem ajudar os jovens através de doações é possível entrar em contato pelos números (86)98839-3201/ (86)99572-5428 ou pelo Instagram @jovens_na_jmj2023.