sexta-feira, 28 de fevereiro de 2014

Quaresma de 2014 - Mensagem do Papa


Mensagem do Papa Francisco para a Quaresma de 2014
Fez-Se pobre, para nos enriquecer com a sua pobreza (cf. 2 Cor 8, 9)

Fonte; http://www.agencia.ecclesia.pt/

Queridos irmãos e irmãs!

Por ocasião da Quaresma, ofereço-vos algumas reflexões com a esperança de que possam servir para o caminho pessoal e comunitário de conversão. Como motivo inspirador tomei a seguinte frase de São Paulo: «Conheceis bem a bondade de Nosso Senhor Jesus Cristo, que, sendo rico, Se fez pobre por vós, para vos enriquecer com a sua pobreza» (2 Cor 8, 9). O Apóstolo escreve aos cristãos de Corinto encorajando-os a serem generosos na ajuda aos fiéis de Jerusalém que passam necessidade. A nós, cristãos de hoje, que nos dizem estas palavras de São Paulo? Que nos diz, hoje, a nós, o convite à pobreza, a uma vida pobre em sentido evangélico?

A graça de Cristo

Tais palavras dizem-nos, antes de mais nada, qual é o estilo de Deus. Deus não Se revela através dos meios do poder e da riqueza do mundo, mas com os da fragilidade e da pobreza: «sendo rico, fez-Se pobre por vós». Cristo, o Filho eterno de Deus, igual ao Pai em poder e glória, fez-Se pobre; desceu ao nosso meio, aproximou-Se de cada um de nós; despojou-Se, «esvaziou-Se», para Se tornar em tudo semelhante a nós (cf. Fil 2, 7; Heb 4, 15). A encarnação de Deus é um grande mistério. Mas, a razão de tudo isso é o amor divino: um amor que é graça, generosidade, desejo de proximidade, não hesitando em doar-Se e sacrificar-Se pelas suas amadas criaturas. A caridade, o amor é partilhar, em tudo, a sorte do amado. O amor torna semelhante, cria igualdade, abate os muros e as distâncias. Foi o que Deus fez connosco. Na realidade, Jesus «trabalhou com mãos humanas, pensou com uma inteligência humana, agiu com uma vontade humana, amou com um coração humano. Nascido da Virgem Maria, tornou-Se verdadeiramente um de nós, semelhante a nós em tudo, exceto no pecado» (CONC. ECUM. VAT. II, Const. past. Gaudium et spes, 22).

A finalidade de Jesus Se fazer pobre não foi a pobreza em si mesma, mas – como diz São Paulo – «para vos enriquecer com a sua pobreza». Não se trata dum jogo de palavras, duma frase sensacional. Pelo contrário, é uma síntese da lógica de Deus: a lógica do amor, a lógica da Encarnação e da Cruz. Deus não fez cair do alto a salvação sobre nós, como a esmola de quem dá parte do próprio supérfluo com piedade filantrópica. Não é assim o amor de Cristo! Quando Jesus desce às águas do Jordão e pede a João Batista para O batizar, não o faz porque tem necessidade de penitência, de conversão; mas fá-lo para Se colocar no meio do povo necessitado de perdão, no meio de nós pecadores, e carregar sobre Si o peso dos nossos pecados. Este foi o caminho que Ele escolheu para nos consolar, salvar, libertar da nossa miséria. Faz impressão ouvir o Apóstolo dizer que fomos libertados, não por meio da riqueza de Cristo, mas por meio da sua pobreza. E todavia São Paulo conhece bem a «insondável riqueza de Cristo» (Ef 3, 8), «herdeiro de todas as coisas» (Heb 1, 2).

Em que consiste então esta pobreza com a qual Jesus nos liberta e torna ricos? É precisamente o seu modo de nos amar, o seu aproximar-Se de nós como fez o Bom Samaritano com o homem abandonado meio morto na berma da estrada (cf. Lc 10, 25-37). Aquilo que nos dá verdadeira liberdade, verdadeira salvação e verdadeira felicidade é o seu amor de compaixão, de ternura e de partilha. A pobreza de Cristo, que nos enriquece, é Ele fazer-Se carne, tomar sobre Si as nossas fraquezas, os nossos pecados, comunicando-nos a misericórdia infinita de Deus. A pobreza de Cristo é a maior riqueza: Jesus é rico de confiança ilimitada em Deus Pai, confiando-Se a Ele em todo o momento, procurando sempre e apenas a sua vontade e a sua glória. É rico como o é uma criança que se sente amada e ama os seus pais, não duvidando um momento sequer do seu amor e da sua ternura. A riqueza de Jesus é Ele ser o Filho: a sua relação única com o Pai é a prerrogativa soberana deste Messias pobre. Quando Jesus nos convida a tomar sobre nós o seu «jugo suave» (cf. Mt 11, 30), convida-nos a enriquecer-nos com esta sua «rica pobreza» e «pobre riqueza», a partilhar com Ele o seu Espírito filial e fraterno, a tornar-nos filhos no Filho, irmãos no Irmão Primogénito (cf. Rm 8, 29).

Foi dito que a única verdadeira tristeza é não ser santos (Léon Bloy); poder-se-ia dizer também que só há uma verdadeira miséria: é não viver como filhos de Deus e irmãos de Cristo.

O nosso testemunho

Poderíamos pensar que este «caminho» da pobreza fora o de Jesus, mas não o nosso: nós, que viemos depois d'Ele, podemos salvar o mundo com meios humanos adequados. Isto não é verdade. Em cada época e lugar, Deus continua a salvar os homens e o mundo por meio da pobreza de Cristo, que Se faz pobre nos Sacramentos, na Palavra e na sua Igreja, que é um povo de pobres. A riqueza de Deus não pode passar através da nossa riqueza, mas sempre e apenas através da nossa pobreza, pessoal e comunitária, animada pelo Espírito de Cristo.

À imitação do nosso Mestre, nós, cristãos, somos chamados a ver as misérias dos irmãos, a tocá-las, a ocupar-nos delas e a trabalhar concretamente para as aliviar. A miséria não coincide com a pobreza; a miséria é a pobreza sem confiança, sem solidariedade, sem esperança. Podemos distinguir três tipos de miséria: a miséria material, a miséria moral e a miséria espiritual. A miséria material é a que habitualmente designamos por pobreza e atinge todos aqueles que vivem numa condição indigna da pessoa humana: privados dos direitos fundamentais e dos bens de primeira necessidade como o alimento, a água, as condições higiénicas, o trabalho, a possibilidade de progresso e de crescimento cultural. Perante esta miséria, a Igreja oferece o seu serviço, a sua diakonia, para ir ao encontro das necessidades e curar estas chagas que deturpam o rosto da humanidade. Nos pobres e nos últimos, vemos o rosto de Cristo; amando e ajudando os pobres, amamos e servimos Cristo. O nosso compromisso orienta-se também para fazer com que cessem no mundo as violações da dignidade humana, as discriminações e os abusos, que, em muitos casos, estão na origem da miséria. Quando o poder, o luxo e o dinheiro se tornam ídolos, acabam por se antepor à exigência duma distribuição equitativa das riquezas. Portanto, é necessário que as consciências se convertam à justiça, à igualdade, à sobriedade e à partilha.

Não menos preocupante é a miséria moral, que consiste em tornar-se escravo do vício e do pecado. Quantas famílias vivem na angústia, porque algum dos seus membros – frequentemente jovem – se deixou subjugar pelo álcool, pela droga, pelo jogo, pela pornografia! Quantas pessoas perderam o sentido da vida; sem perspetivas de futuro, perderam a esperança! E quantas pessoas se veem constrangidas a tal miséria por condições sociais injustas, por falta de trabalho que as priva da dignidade de poderem trazer o pão para casa, por falta de igualdade nos direitos à educação e à saúde. Nestes casos, a miséria moral pode-se justamente chamar um suicídio incipiente. Esta forma de miséria, que é causa também de ruína económica, anda sempre associada com a miséria espiritual, que nos atinge quando nos afastamos de Deus e recusamos o seu amor. Se julgamos não ter necessidade de Deus, que em Cristo nos dá a mão, porque nos consideramos autossuficientes, vamos a caminho da falência. O único que verdadeiramente salva e liberta é Deus.

O Evangelho é o verdadeiro antídoto contra a miséria espiritual: o cristão é chamado a levar a todo o ambiente o anúncio libertador de que existe o perdão do mal cometido, de que Deus é maior que o nosso pecado e nos ama gratuitamente e sempre, e de que estamos feitos para a comunhão e a vida eterna. O Senhor convida-nos a sermos jubilosos anunciadores desta mensagem de misericórdia e esperança. É bom experimentar a alegria de difundir esta boa nova, partilhar o tesouro que nos foi confiado para consolar os corações dilacerados e dar esperança a tantos irmãos e irmãs imersos na escuridão. Trata-se de seguir e imitar Jesus, que foi ao encontro dos pobres e dos pecadores como o pastor à procura da ovelha perdida, e fê-lo cheio de amor. Unidos a Ele, podemos corajosamente abrir novas vias de evangelização e promoção humana.

Queridos irmãos e irmãs, possa este tempo de Quaresma encontrar a Igreja inteira pronta e solícita para testemunhar, a quantos vivem na miséria material, moral e espiritual, a mensagem evangélica, que se resume no anúncio do amor do Pai misericordioso, pronto a abraçar em Cristo toda a pessoa. E poderemos fazê-lo na medida em que estivermos configurados com Cristo, que Se fez pobre e nos enriqueceu com a sua pobreza. A Quaresma é um tempo propício para o despojamento; e far-nos-á bem questionar-nos acerca do que nos podemos privar a fim de ajudar e enriquecer a outros com a nossa pobreza. Não esqueçamos que a verdadeira pobreza dói: não seria válido um despojamento sem esta dimensão penitencial. Desconfio da esmola que não custa nem dói.

Pedimos a graça do Espírito Santo que nos permita ser «tidos por pobres, nós que enriquecemos a muitos; por nada tendo e, no entanto, tudo possuindo» (2 Cor 6, 10). Que Ele sustente estes nossos propósitos e reforce em nós a atenção e solicitude pela miséria humana, para nos tornarmos misericordiosos e agentes de misericórdia. Com estes votos, asseguro a minha oração para que cada crente e cada comunidade eclesial percorra frutuosamente o itinerário quaresmal, e peço-vos que rezeis por mim. Que o Senhor vos abençoe e Nossa Senhora vos guarde!

Vaticano, 26 de dezembro de 2013

Festival do Senhor

     Participe do festival do Senhor na Igreja da Vermelha começa dia 02 de março
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Papa Francisco pede para não condenar

Vaticano: Papa sublinha necessidade de «acompanhar» e «não condenar» os casais separados ou divorciados
Fonte.http://www.agencia.ecclesia.pt/

Cidade do Vaticano, 28 fev 2014 (Ecclesia) – O Papa Francisco destacou hoje a importância de “acompanhar” e “não condenar” os casais separados ou divorciados.

“Quando um homem e uma mulher se unem num só corpo em matrimónio e o amor falha – e isso acontece tão frequentemente – há que saber estar ao lado dessas pessoas, caminhar com elas na sua dor”, sublinhou o Papa argentino, durante a eucaristia desta manhã na residência de Santa Marta.

Segundo o serviço informativo da Santa Sé, o Papa alertou para a tendência de “apontar o dedo” a quem não conseguiu manter o seu matrimónio e mesmo de fazer desta questão “um caso de estudo”.

“Por detrás da casuística há sempre uma armadilha. Sempre! Contra as pessoas, contra Deus, sempre!”, apontou.

Os problemas que afetam as famílias estiveram em cima da mesa, nos últimos dias no Vaticano, durante as reuniões preparatórias do Sínodo dos Bispos marcado para outubro e que será dedicado aos “desafios pastorais sobre a família no contexto da evangelização”.

Na sua homilia, o Papa destacou ainda a “beleza do casamento”, desse caminho conjunto de “amor” com que “Deus abençoou” a mulher e o homem, “obras-primas da sua Criação”.

sábado, 22 de fevereiro de 2014

-- Dom Avelar Brandão Vilela

Pesquisadora lança biografia sobre Dom Avelar Brandão Vilela

Nada tenho de que me queixar, mas muito para agradecer. Bendigo, então, pelo padre que fui ontem, pelo padre que sou hoje, pelo padre que quero ser, até o fim". Declarações como esta delineiam a trajetória de Dom Avelar relatada no livro "O Bispo de Todos os Tempos: uma biografia de Dom Avelar Brandão Vilela", de autoria da jornalista Sônia Maria dos Santos, lançado na sexta-feira (21), no auditório do Centro Pastoral Paulo VI, em Teresina. A obra é resultado da dissertação de mestrado da autora, que pesquisou a vida de Dom Avelar e, que com o apoio da Editora da UFPI (EDUFPI), foi transformada em livro.
A obra centra-se no caminho percorrido por Dom Avelar Brandão Vilela, desde a ordenação a padre em Aracaju, passando por Petrolina - onde fora Bispo, até suas ações em Teresina, onde se tornou Arcebispo. Logo depois, o religioso foi para Salvador, onde assumiu o cargo de Arcebispo Primaz do Brasil, posto este dado ao chefe do arcebispado da capital baiana, devido à fundação da primeira Igreja Católica do país ter sido em terras soteropolitanas. Em 1972, eleito pelo Papa Paulo VI, Dom Avelar chega ao cargo de Cardeal, um dos mais altos postos da hierarquia católica.
Veja matéria completa no site http://www.arquidiocesedeteresina.org.br/

Dilma convida Papa para Copa

No Vaticano, Dilma convida Papa opapara a Copa e dá bola de presente

Em viagem à Itália para participar da cerimônia que oficializará o arcebispo do Rio de Janeiro, Dom Orani Tempesta, como cardeal, a presidente Dilma Rousseff foi recebida nesta sexta-feira (21) pelo Papa Francisco, no Vaticano. Durante o encontro, a petista convidou o chefe da Igreja Católica a comparecer no Brasil para acompanhar a Copa do Mundo.

Torcedor do clube argentino San Lorenzo, o pontífice é um fã declarado de futebol. Apesar de ter formalizado o convite, a chefe do Executivo disse acreditar que Papa não terá condições de participar do mundial da Fifa devido a problemas de agenda.

A audiência com o Papa Francisco ocorreu por volta das 19h30 (15h30 no horário de Brasília). Segundo a presidente, ela entregou ao pontífice, durante o encontro desta sexta, uma bola autografada na véspera pelo ex-atacante Ronaldo Fenômeno na cerimônia de inauguração do estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, e uma camisa da Seleção com uma dedicatória de Pelé.

Dilma desembarcou na manhã desta sexta em Roma e foi recebida no aeroporto por representantes da Santa Sé. Neste sábado (22), às 11h, a chefe do Executivo irá prestigiar na Praça de São Pedro a solenidade do consistório, cerimônia na qual os cardeais são oficializados.

O diplomata Carlos Antônio Paranhos, subsecretário do Ministério de Relações Exteriores, afirmou que a viagem representará uma "intensificação do diálogo" entre o Papa Francisco e Dilma.

"O Papa constitui hoje, no plano internacional, uma voz cada vez mais atuante na promoção dos temas caros ao Brasil, como a inclusão social, o combate à pobreza e a luta contra discriminação", justificou.

O diplomata destacou ainda a importância de a presidente prestigiar Dom Orani Tempesta no consistório. Paranhos lembrou que o arcebispo brasileiro foi um dos grandes articuladores da Jornada Mundial da Juventude, em julho de 2013, no Rio de Janeiro, primeiro grande evento da gestão do Papa Francisco à frente da Igreja.

No domingo (23), o Papa Francisco celebrará uma missa na Basílica de São Pedro, da qual Dilma também participa.


Durante audiênica no Vaticano, a presidente Dilma Rousseff entregou ao Papa Francisco uma bola autografada pelo ex-jogador Ronaldo Fenômeno (Foto: Roberto Stuckert Filho/PR)

União Europeia

De Roma, no domingo (23), a presidente segue para Bruxelas, onde na segunda-feira (24) participa da VII Cúpula Brasil-União Europeia. Ela terá um encontro reservado com o presidente do Conselho Europeu, Herman Van Rompuy, e depois outro com o presidente da Comissão Europeia, Durão Barroso.

A cúpula vai avaliar os avanços da relação entre o Brasil e o bloco. Será examinado o projeto de ligação entre o Brasil e União Europeia com cabos de fibra ótica, com benefício paras as área de educação, comércio, pesquisa, inovação e para a segurança da internet.

Dilma aproveitará para abordar o tema da governança na internet, e convidar os países a participarem do seminário que o Brasil organizará em abril sobre o tema, reunindo chefes de Estado, empresas e representantes da sociedade civil.

Faz parte da programação um almoço oferecido pela alta cúpula europeia e uma participação na cerimônia de encerramento da VII Cúpula Econômica Brasil-União Europeia, organizada pela confederações nacionais da Indústria (CNI) e da Agricultura (CNA) e entidades análogas europeias.

Além disso, está previsto um encontro com o primeiro-ministro belga Elio Di Rupo e, se houver espaço na agenda, um encontro com o Rei Felipe, da Bélgica.

Fonte: G1

quinta-feira, 20 de fevereiro de 2014

Homenagem ao Pe. Tony Batista

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Homenagem ao Pe. Tony Batista

O Vigário Geral de Teresina, Pe. Tony Batista, recebeu homenagem da Arquidiocese de Teresina, na manhã desta quinta-feira, dia 20, em comemoração aos 40 anos de Ordenação Sacerdotal. O Arcebispo da capital, Dom Jacinto de Brito, atribuiu ao Centro de Treinamento Socopinho o nome de Pe. Tony Batista em reconhecimento ao testemunho e dedicação sacerdotais, marcando os seus 40 anos de Ordenação


















quarta-feira, 19 de fevereiro de 2014

Festival do Senhor

No Festival do Senhor é só alegria. Estarei na Igreja de nossa Senhora de Lourdes.
Vem você também.
Locais do Festival do Senhor 2014 em Teresina 

ZONAL NORTE
I: Unidade Escolar Pequena Rubim (Mocambinho I)
II: Colégio Eurípedes de Aguiar (Marquês)
III: Escolão do Alto Alegre
IV: Escola Marista (Santa Maria da Codipi)
V e VI: Igreja Matriz Paróquia São Paulo
VII: Casa de Maria 

ZONAL SUL
I: Igreja São João Batista 
(Parque Piauí)
II: Premen SUL (Monte Castelo)
III: Igreja Nossa Senhora de Lourdes (Vermelha)
IV: Colégio Lourival Parente (BR 316)
V: Unidade Escolar José de Anchieta
VI: Colégio João Emílio Falcão (Vamos ver o sol)
VII: Escola Dom Helder Câmara (Vila Irmã Dulce)
VIII: Unidade Escolar Domício Magalhães (Promorar)
IX: Unidade Escolar Auristela Soares Lima (Porto Alegre)

ZONAL SUDESTE
I: Unidade Escolar Professor Pires de Castro
II: CAIC – Renascença II (Escolão Piçarreira I)
III: Colégio Maria do Carmo Reverdosa
IV: Unidade Escolar Modestina Bezerra
V: Igreja Santana

ZONAL LESTE
I: Escola Municipal Noé Fortes
II: CETI: Gov. Freitas Neto (Escolão Piçarreira I)
III: CAIC (Vila Bandeirantes)
IV: Escola Delfina Borralho Boa Vista (Anita Ferraz)

Evitar murmurações e falatórios é caminho de santidade

Evitar murmurações e falatórios é caminho de santidade. Também as palavras matam: Papa ao Angelus, comentando o Evangelho

fonte: http://www.news.va/ 
( Rádio Vaticana )


“Jesus não dá importância apenas à observância disciplinar, à conduta exterior; vai à raiz da Lei, insiste sobretudo na intenção, no coração”: observou o Papa Francisco, neste domingo ao meio-dia, comentando – antes da recitação do Angelus - o Evangelho dia, parte do “sermão da montanha”, tendo como tema “a atitude de Jesus em relação à Lei judaica”. Ele próprio declara que não veio abolir a Lei e os Profetas, mas sim a levá-los ao seu pleno cumprimento”.
“Jesus não quer cancelar os mandamento que o Senhor deu por meio de Moisés, mas quer levá-los à sua plenitude… este cumprimento da Lei exige uma justiça superior, uma observância mais autêntica.”
Mas que significa este “pleno cumprimento” da Lei – interrogou-se o Papa, fazendo notar que “Jesus era prático. Falava sempre com exemplos para fazer-se compreender”. De entre os exemplos propostos por Jesus, neste Evangelho, o quinto mandamento – “Não matar!”.
“Jesus recorda-nos que também as palavras podem matar! Portanto, não só há que não atentar à vida do próximo, mas é preciso também não derramar sobre ele o veneno da ira nem atingi-lo com a calúnia”.
O Papa pediu que não se fale mal dos outros. Estou convencido de que se uma pessoa decide deixar de dizer mal dos outros, tornar-se-á santo… Queremos ser santos? – interpelou o Papa, dirigindo-se à multidão de largos milhares de pessoas, concentradas na praça de São Pedro. Então… “nada de mexericos!”
“O amor ao próximo é uma atitude tão fundamental que Jesus chega a afirmar que a nossa relação com Deus não pode ser sincera se não quisermos fazer as pazes com o próximo”.
Somos chamados a reconciliarmo-nos com os nossos irmãos antes de manifestar a nossa devoção ao Senhor por meio da oração.
“Daqui se percebe que Jesus não dá simplesmente importância à observância disciplinar e à conduta exterior. Vai à raiz da Lei, insistindo na intenção e portanto no coração do homem, de onde provêm as nossas acções boas ou más”.
Para obter comportamentos bons e honestos – insistiu o Papa – não bastam as normas jurídicas; são precisas motivações profundas, expressão da Sapiência de Deus, que pode ser acolhida graças ao Espírito Santo.
“É à luz deste ensinamento de Cristo – concluiu o Papa – que cada um dos preceitos revela o seu pleno significado como exigência de amor; todos eles convergem no maior dos mandamentos: ama a Deus com todo o coração e ama o próximo como a ti mesmo”.

segunda-feira, 17 de fevereiro de 2014

19ª Caminhada da Fraternidade

19ª Caminhada da Fraternidade: um time de irmãos



A Arquidiocese de Teresina, através da Ação Social Arquidiocesana (ASA), promove o lançamento da 19ª Caminhada da Fraternidade no dia 20 de março, a partir das 19h, no Auditório Paulo VI, centro da cidade. Com o tema “Somos Um Time de Irmãos”, a Caminhada da Fraternidade tem como propósito promover a vida por meio da solidariedade e do amor.

A Caminhada da Fraternidade, que acontecerá este ano no dia 8 de junho, é um evento de cunho social que arrecada fundos para a realização das atividades da Ação Social Arquidiocesana. A iniciativa beneficia trabalhos voltados para os carentes da capital, idosos, crianças em situação de risco e pessoas com problemas de saúde que estão acolhidos no Lar da Fraternidade, Lar de Misericórdia e Maria Imaculada.

“Chegamos ao ano da Copa do Mundo e o sentimento de que sempre fomos um time ainda mais presente. Na verdade, somos uma seleção de craques que acredita em um mundo mais justo. E é com esse espírito que vamos entrar em campo, pela 19ª vez, para virar o jogo contra a indiferença, a exclusão, a discriminação, nossas eternas adversárias”, falou Pe. Tony Batista, coordenador geral da Caminhada.

No dia 23 de fevereiro será realizada a Missa do Envio das equipes de trabalho da Caminhada da Fraternidade 2014, às 19h, na Igreja Nossa Senhora de Fátima. As equipes já estão iniciando suas atividades de mobilização. A Caminhada da Fraternidade é uma demonstração de amor e fé que a cada ano reúne milhares de pessoas na luta a favor da vida, do respeito, da esperança e da solidariedade.

Hino da Campanha da fraternidade



É para a liberdade que Cristo nos libertou,

Jesus libertador!

É para a liberdade que Cristo nos liberto
u! (Gl 5,1)

1. Deus não quer ver seus filhos sendo escravizados,

À semelhança e à sua imagem, os criou. (Cf. Gn 1,27)

Na cruz de Cristo, foram todos resgatados

Pra liberdade é que Jesus nos libertou! (Gl 5,1)


2. Há tanta gente que, ao buscar nova alvorada,

Sai pela estrada a procurar libertação;

Mas como é triste ver, ao fim da caminhada,

Que foi levada a trabalhar na escravidão!



3. E quantos chegam a perder a dignidade,

Sua cidade, a família, o seu valor.

Falta justiça, falta mais fraternidade

Pra libertá-los para a vida e para o amor!


4. Que abracemos a certeza da esperança, (Cf. Hb 6,11)

Que já nos lança, nessa marcha em comunhão.

Pra novo céu e nova terra da aliança, (Cf. Ap 21,1)

De liberdade e vida plena para o irmão… (Cf. Jo 10,10)

Hino da CF 2014

Hino da CF 2014 está disponível em CD nas livrarias católicas
CapaCDCF2014

O CD com o Hino da Campanha da Fraternidade (CF) de 2014 e os cantos para a Quaresma já estão disponíveis nas livrarias católicas de todo país. O hino foi escolhido a partir do concurso e teve a aprovação final dos bispos do Conselho Episcopal Pastoral.

De acordo com o assessor da Comissão Episcopal para a Litúrgia da CNBB, padre José Carlos Sala, o hino “é indicado especialmente para ser cantado nos momentos de encontros, debates, seminários, palestras e estudos sobre a temática em questão”. A canção traz uma reflexão sobre o tema da CF do próximo ano: “Fraternidade e tráfico humano”.

Desde 2006, o CD apresenta o hino da Campanha da Fraternidade e o repertório quaresmal correspondente a liturgia de cada ano. “O álbum está enriquecido com diversas músicas para as celebrações da Quaresma do ano A, que contemplam a espiritualidade e a sacramentalidade própria deste tempo litúrgico”, explica padre Sala.

“Com este subsídio, as equipes de canto e música poderão escolher o melhor meio para utilizar estas canções, e assim ajudar os fiéis na assimilação dos cantos para melhor celebrar a quaresma”, completa o assessor.



Papa Francisco e os Noivos

O Papa Francisco explica aos noivos como fazer durar um matrimonio -Para sempre
2014-02-14 L’Osservatore Romano

Se o amor é «só um sentimento, um estado psicofísico», «não se pode construir algo sólido»: «mas se, ao contrário, é uma relação, então é uma realidade que cresce, e podemos também citar como exemplo que se constrói como uma casa. E a casa constrói-se juntos, não sozinhos!».



Assim o Papa Francisco se dirigiu esta manhã, 14 de Fevereiro, dia de são Valentino, a cerca de quinze mil casais de noivos que, provenientes de mais de 30 países, se encontravam na praça de São Pedro. E esta casa «para viver junto para sempre acrescentou o Pontífice, não deve ser fundada «na areia dos sentimentos que vão e voltam, mas sobre a rocha do amor verdadeiro, o amor que vem de Deus».

O do Papa com os jovens de noivos foi um verdadeiro diálogo feito de perguntas e respostas, durante o qual o Pontífice delineou para eles os contornos de um modo de viver juntos, como família, que se quisermos que seja feliz e para sempre devemos baseá-lo em três palavras: «com licença, obrigado e desculpa».

«Viver juntos – explicou – é uma arte, um caminho paciente, bonito e fascinante. Não acaba quando vos conquistastes um ao outro. Aliás é precisamente então que começa!».

«Muitos – advertiu os jovens – que se preparam para o matrimónio dizem: “estamos juntos enquanto o amor durar”. E também um seminarista disse ao seu bispo: “quero ser sacerdote por dez anos”» Exemplos que o Papa utilizou para fazer compreender aos jovens que «hoje muitas pessoas têm medo de fazer escolhas definitivas, para toda a vida». Com efeito, vivemos em tempos nos quais, observou, «tudo muda rapidamente, nada dura no tempo». Mas, disse, «não nos devemos deixar vencer pela cultura do provisório».

Portanto, é preciso empreender um caminho que «tem regras que se podem resumir» exactamente naquelas três palavras com licença, obrigado e desculpa. E explicou os seus significados.

Depois recomendou que devem rezar juntos, renovando a fórmula da oração que Jesus nos ensinou, o Pai-Nosso, na qual «em vez do habitual “o pão nosso de cada dia nos dai hoje”, os namorados podem, aliás, devem rezar: “Senhor, dai-nos hoje o nosso amor de cada dia”». Mas «o amor verdadeiro não se impõe com dureza e agressividade». Ao contrário, é «a amabilidade que conserva o amor». Infelizmente, «hoje nas nossas famílias, no nosso mundo, com frequência violento e arrogante – observou o Papa – é necessário ter muita amabilidade. E isto pode iniciar em casa». Eis, disse, o segredo do amor verdadeiro. E concluiu exortando-os a crescer juntos para deixar aos filhos a herança «de ter tido um pai e uma mãe que cresceram juntos, fazendo-se – um ao outro – mais homem e mais mulher».
fonte: http://www.news.va/

domingo, 16 de fevereiro de 2014

Missa do 6º domingo comum

Centena de fieis compareceram ao Centro Paroquial para a Missa das  11 haras
Padre Ozório vai os paroquianos da N.S.das Dores com Homilia, o qual usa a  Natureza como exemplo.
Neste domingo foi apresentada a pequena Clara Kemenes a Jesus Cristo

sábado, 15 de fevereiro de 2014

Aviso - Convite

Convite


Carnaval das Famílias
Vai acontecer amanhã, no Clube de Subtenentes e Sargentos, Avenida São Raimundo, número 142, bairro Piçarra, a partir das 10:00hs
Lembrando que o ingresso custa 6 reais e dá direito a um arrumadinho.
Levem a família e seus amigos. 
Não percam será bacana! 
É um evento de toda a paróquia, portanto, é muito importante a presença de vocês!
Equipe Dirigente EJC 2014 - Paróquia Nossa Senhora das Dores

segunda-feira, 10 de fevereiro de 2014

Encerramento da Assembleia de Paroquias

Fotos de encerramento da Assembléia de Paróquias
















Direto do Facebook - Dom Jacinto

Dom Jacinto

De hoje até o dia 14 estarei em Belo Horizonte realizando a segunda etapa de uma terapia iniciada há alguns anos em Fortaleza. Chama-se Abordagem Direta do Inconsciente. Vale a pena se deixar ajudar para ser alguém mais integrado interiormente e assim melhor servir e vivenciar a etapa da terceira idade. Vários Seminaristas da Arquidiocese de Teresina já fizeram essa terapia. Um empresário católico, chamado Estevão, em espírito de fé e colaboração para a missão evangelizadora tem patrocinado esse trabalho para religiosos.

sábado, 8 de fevereiro de 2014

Assembleia Pastoral

Aconteceu hoje dia 8 de fevereiro de 2014, ás 07:30h,  a  Assembleia de Pastoral da Paroquia Nossa Senhora das Dores de Teresina Piauí.
O evento ocorreu no Centro Paroquial
Com a oração das  laudas iniciou-se a assembleia sob direção da Patoral da Liturgia.
Padre Ozório presidiu a Assembleia todo o dia;  ás 18:30h  iníciou  a apresentação da noite cultural com a Banda SDQ e Voz e Violão com Ricardo e Nalva. Pela manhã a animação ficou por conta de Davi e Banda. lembrando que todos são da Catequese. 
Palestrantes: Wilson, diácono; Fernando coordenador da pastoral administrativa;  Aldecy, catequista; Rosário coordenadora do Conselho Pastoral.
O encontro foi muito rico e alegre onde todos puderam compartilhar seus conhecimentos de uma forma muito sutil.





















 Centro Paroquial
Localizado na Av. José dos Santos e Silva próximo a Av. Miguel Rosa